Texto escrito há alguns dias. Como estava sem internet, ficou guardado para um dia aparecer por aqui...
Carência... eita bichinho traiçoeiro! Faz você acreditar nas pessoas, e não deixa seu sexto sentido te alertar do perigo.
Não é falsidade, não é querer que os outros acreditem que eu sou diferente. Apenas estou tentando mudar. A cada surra que levamos, aprendemos algo. Nos fortalecemos e "engrossamos a casca", na tentativa, muitas vezes vã, de nos protegermos de novos "ataques". Mas a probabilidade de sermos atingidos aumenta com o passar do tempo. Nos sentimos confiantes e deixamos nossa capa a prova de dor no armário, e encaramos a vida de peito aberto. E é nessa hora que acontece. E quando nos damos conta, já estamos mergulhados tão fundo, que é praticamente impossível emergir sem sofrer danos. E assim a história se repete. Novos personagens, novos cenários e enredos, mas o tema central acaba sendo o mesmo e, até finalmente encontrarmos a combinação que realmente se encaixa, muitas histórias terminarão, deixando profundas cicatrizes
Acredito que esse texto foi do finalzinho de janeiro...
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Antes da viagem
Antes de sair de Curitiba, não sei quando, escrevi o texto abaixo. Descobri o dito hoje, no meu caderno...
A medida que o dia da partida se aproxima, meus pensamentos ficam mais e mais conturbados. Fico pensando nas coisas que quero fazer, lugares que quero ir e pessoas que quero ver antes de ir. Pois, quando voltar, as coisas podem se tornar insignifacantes, os lugares podem ter sido substituídos e as pessoas... essas são inconstantes. Claro que muitas nós queremos que permaneçam para sempre em nossas vidas, mas sabemos que, infelizmente, não é assim. A tendência é, geralmente de maneira imperceptível, que algumas sejam deixadas de lado pela ausência,. Até tentamos nos manter presentes na vida de alguém e manter essas pessoas presentes em nossas vidas, mas a rotina, a vida em geral, acaba impondo quem sai, quem entra e quem fica.
E é assim mesmo, né...
A medida que o dia da partida se aproxima, meus pensamentos ficam mais e mais conturbados. Fico pensando nas coisas que quero fazer, lugares que quero ir e pessoas que quero ver antes de ir. Pois, quando voltar, as coisas podem se tornar insignifacantes, os lugares podem ter sido substituídos e as pessoas... essas são inconstantes. Claro que muitas nós queremos que permaneçam para sempre em nossas vidas, mas sabemos que, infelizmente, não é assim. A tendência é, geralmente de maneira imperceptível, que algumas sejam deixadas de lado pela ausência,. Até tentamos nos manter presentes na vida de alguém e manter essas pessoas presentes em nossas vidas, mas a rotina, a vida em geral, acaba impondo quem sai, quem entra e quem fica.
E é assim mesmo, né...
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